O Grand Hotel Rimini é uma verdadeira jóia de luxo, um projeto que leva a assinatura do arquieteto sudamericano Paolo Somazzi encomendado pela “Società Milanese Alberghi, Ristoranti e Affini”. A estrutura foi inaugurada em 1908 mas dois anos depois, um incêndio destruiu as duas cúpulas ornamentais que nunca mais foram reconstruídas.
Depois de sofrer danos durante a Segunda Guerra Mundial, o edifício passa por importantes obras de restauração. Federico Fellini foi apaixonado pelo Grand Hotel desde criança, tanto da imortalizá-lo em vários filmes, fazendo com que a fama do hotel de luxo se espalhasse pelo mundo: quem não se lembra de “Amarcord“, onde a atmosfera inimitável e sugestiva da estrutura serve de pano de fundo para algumas das cenas mais significativas.
Ainda hoje os quartos do hotel conservam os ornamentos franceses e venezianos do século XVIII, o mesmo para o parquê e as luminárias venezianas que fazem parte da decoração original. No restaurante, os acabamentos, afrescos e luzes reevocam a mágica atmosfeta do passado. Em 1994, o Grande Hotel de Rimini foi declarado monumanto nacional e vinculado à “Sovrintendenza alle Belle Arti”.
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Johnny Depp alcançou a Angelina Jolie no set de Veneza do filme The Tourist e as gravações estão acontecendo nos últimos dias no Palazzo Pisani, no Canal Grande, onde fica o luxuoso Hotel Danieli.
A história gira em torno de um turista norte-americano (Frank Taylor - Depp) que é usado como peça por um agente da interpol de aia e sem escrúpulos (Cara Manson - a Jolie), em um perigoso jogo de espionagem que tem como objetivo a captura de um criminoso que ninguém consegue pegar. O roteiro original é de Julian Fellowes; e foi adaptado por Christopher McQuarrie e Jeffrey Nachmanoff.
Dirigido por Florian Henckel von Donnersmarck, o filme é um remake norte-americano de Anthony Zimmer, thriller policial francês de 2005, com Sophie Marceau e Yvan Attal.
Johnny Depp e Angelina Jolie no set Veneziano de The Tourist
Fonte: Zimbio
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Não é a primeira vez que o diretor italiano Giovanni Veronesi declara, nos seus filmes, o a sua paixão pela rocker de Siena, a cantora Gianna Nannini. Já aconteceu em 2006, quando escolheu “Sei nell’anima” como tema da trilha sonora de “Manuale d’amore 2 - Capitoli successivi”.
Dessa vez, o encontro não se limita à trilha sonora. No novo filme de Veronesi, “Genitori & Figli: Agitare Bene Prima dell’uso” - Pais e Filhos: Agitar bem antes de usar - o diretor pediu à Gianna de interpretar ela mesma no filme, mais precisamente em uma cena onde Gianna encontra Nina (Chiara Passarelli), adolescente de 14 anos e filha de Luisa (Luciana Littizzetto). No filme, as duas são fãs enlouquecidas da cantora. Em uma outra cena, a personagem de Nina recita: “São duas as coisas que me unem à minha mãe… A priemeira ainda não sei, a segunda é com certeza Gianna Nannini”.
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Cinquenta anos depois de La Dolce Vita, obra-prima do cineasta italiano Federico Fellini, e de tudo o que o filme siginificou à cidade de Roma; e depois da morte de Felice Quinto, que juntamente com outros fotógrafos inspiraram a figura do ‘paparazzo’ a Fellini, convidamos você a descobrir o precioso patromômio iconográfico daqueles anos através do acervo de Carlo Riccardi.
O fotógrafo, famoso também como “Il paparazzo in topolino”, além de ser uma testemunha de meio século de história entre celebridades e divas do cinema (na galeria, em companhia de algumas delas) , políticos e seis Papas, reuniu as suas fotos em um imenso arquivo que ganhou a certificação do Ministério dos Bens Culturais. Confira!

Em Cava dei Tirreni, perto de Salerno, o dia de São Valentim, 14 de fevereiro, dias dos namorados na Itália, com uma mostra romântica: «Uma cidade para amar». Na galeria da linda cidade, uma mostra de fotos gigantes de beijos do cinema e do mundo do espetáculo.
As imagens são tiradas das mais importante coleção fotográfica do mundo: o arquivo Bettmann.
Não faltam beijos italianos ilustres, como os de Marcello Mastroianni com a Sophia Loren durante as gravações de “O Girasol”; ou entre Rodolfo Valentino e Nita Naldi em 1922, no filme «Sangue e arena». Os estrangeiros não foram esquecidos. O primeiro entre todos, os inesquecíveis Grace Kelly e James Stewart no beijo em “Janela Indiscreta” do grande Alfred Hitchcock.
“La Prima Cosa Bella”, a música gravada por Nicola di Bari em 1970, ganhou uma nova versão na voz da ótima cantora Malika Ayane.
A releitura, com uma atmosfera muito mais moderna é a trilha sonora do novo filme de Paolo Virzì, que leva o mesmo nome da canção. “La Prima Cosa Bella” estreiou no dia 15 de janeiro nos cinemas italianos e conta com e Stefania Sandrelli, Claudia Pandolfi, Valerio Mastandrea, Micaela Ramazzotti, Paolo Ruffini, Marco Messeri, Sergio Albelli, Dario Ballantini no elenco. Aqui o trailler do filme.

Já passaram 50 anos desde a primeira projeção da obra-prima cinematográfica de Federico Fellini: La Dolce Vita. O filme deu o nome a uma época e a um mito que não desaparece com o tempo e que ainda vive na mente de qualquer pessoa que viveu aquele período ou simplesmente, admira a obra do grande maestro do cinema italiano.
O “Museo Nacional do Cinema Italiano” de Turim decidiu de festejar em modo especial a data com uma grande mostra com o nome “”Gli Anni della Dolce Vita” (Os anos da Dolce Vita). Se trata de preciosas fotos do set e da cidade de Roma realizadas por Marcello Geppetti e Arturo Zavattini. A mostra fica aberta ao público até o dia 21 de março.
Geppetti contribuiu com as fotos de Roma. Já Arturo Zavattini (operador de Fellini, filho de um célebre colaborador nos roteiros do cineasta, Rimini Cesare), realizou as fotos do set de filmagem. Muito bonito o catálogo realizado para a Mostra que contém ainda dois artigos assinados pelos críticos Tullio Kezich e Rocco Moliterni.

Os Transformers serão protagonistas de uma mostra-homenagem a partir de 28 de novembro até 6 de dezembro, em Milão. A mostra será hospedada pela Yamato Video.
Para comemorar os 25 anos do nascimento deste fenômeno comercial, da televisão e agora também do cinema os jovens artistas da Escola de HQ realizaram 24 páginas originais na qual os heróis da saga vivem breves aventuras em Milão.
A mostra “Trasformers em Milão” será enriquecida com uma coleção de brinquedos, como modelos originais da primeira série que remonta ao 1984, e também produtos mais recentes e derivados da reinterpretação dos personagens operacionalizada por Micheal Bay para os seus blockbuster no cinema.
“Maccarone, você me provocou eu vou te destruir agora, maccarone! ‘Io me te magno!’… Maccarone… vou te destruir… porque me olha com esta cara intrépida… você parece um verme, maccarone!”. Estas são frases do filme inesquecível ‘Um americano em Roma’, uma comédia do diretor Steno, de 1954, que marcou o começo da carreira de Alberto Sordi. É a história do italiano Nando Mericoni, louco pelos Estados Unidos e determinado a ir para este país, a ponto de subir no Coliseu ameaçando de se jogar lá de cima, mas acaba admitindo o quanto é melhor um belo prato de macarrão com molho de tomate, do que um iogurte, mostarda e geléia. Uma sátira da Itália do pós-guerra que sonha um futuro melhor em outro lugar, neste caso os Estados Unidos, conhecidos apenas através do cinema e dos jornais. A receita de hoje se baseia neste filme.
Ingredientes: 350 gr de macarrão (espaguetes), 400 gr de tomates pequenos italianos, 30 gr de queijo pecorino (queijo duro de cabra) ralado, 2 dentes de alho, algumas folhas de manjericão, azeite, sal e pimenta-do-reino a gosto.
Modo de preparo: lavar os tomatinhos, cortar em pedaços, tirar as sementes e escorrer a água. Em uma panela refogar os dentes de alho sem casca (inteiros) no azeite, acrescentar os tomatinhos, salgar e por a pimenta, deixar cozinhar até que virem um creme. Deixar o molho esfriar e passar na peneira para obter um molho para por na massa. Na hora de servir espalhar nos pratos o queijo de cabra e colocar algumas folhas de manjericão.
Foto | Flickr

Uma bela provocação aquela de Isabella Ragonese e Valeria Solarino no red carpet do Festival de Cinema de Roma. As duas protagonistas do filme “Viola di Mare” trocaram um longo beijo para a alegria dos fotógrafos, que literalmente enlouqueceram diante do beijo lésbico.
Claro que a cena foi toda para promover o filme, que conta a história de um casal de lésbicas na Sicilia no século XIX: e deu resultado. Depois do beijaço no tapete vermelho, não se falou de outra coisa! Depois do pulinho, confira o trailer do filme de Donatella Maiorca .
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