O jornal Economist comenta, no IlSole24Ore: «E’ uma pessoa muito simples, não é nada arrogante como tantos milionários e além de tudo tem todo o fascínio herdado do famoso avo». Hoje John Elkann, também conhecido como Jaki, primogenito de Margherita Agnelli de Pahlen, pintora e poeta, e do seu primeiro marido Alain Elkann, é nas primeiras paginas da cronica financiaria italiana, pela nomeação a Presidente do Grupo industrial torinese FIAT. Diz TGfin:
Na Ifil, o caixa forte da Fiat, começa a era de John Elkann, 32 anos, filho primogenito de Margherita Agnelli e de Alain Elkann. O descendente da família Agnelli, herdeiro designado pelo Advogado que guia a dinastia, ganha o lugar de Gianluigi Gabetti e se torna presidente da holding que detém o controle, com 30,45%, da Fiat e de algumas pérolas com a Juventus.
John Elkann é casado com Lavinia Borromeo Arese Taverna, descendente da nobre família lombarda do qual podemos ler aqui uma passagem da entrevista para o Corriere della Sera assinada por Claudio Sabelli Fioretti:
Lavinia começou logo a trabalhar, coisa que antes tinha feito esporadicamente, e criou uma bolsa para Trussardi. Se chamará La Vie (te diz alguma coisa La Vie, Lavinia) e que talvez, poderá virar uma nova Kelly, a famosa bolsa Hermes famosa por Grace Kelly. Trabalhar? Como assim? Com certeza não por necessidade de dinheiro. Lavinia, uma vez os aristocratas aristocravam. Ou seja, não trabalhavam se não tivesse próprio necessidade. Ela tem um marido, digamos, bem de vida! O que esta acontecendo no mundo? Porque trabalham até aqueles que poderiam renunciar?
«Efetivamente poderei não trabalhar. Mas eu gosto da independência. O trabalho é uma maneira de realizar-se. Trabalhar muito não, é massacrante, mas seria frustrante também não fazer nada».
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