A Espanha que já foi chamada da “catolicíssima”, hoje poderia ser definida como a apocaliptica: alguns dias atrás os jornalistas do Pais entrevistaram os maiores chefes ibéricos perguntando-lhe o que eles escolheriam para comer, onde, com quem e com qual música de fundo para o que seria um último jantar. Os resultados da pesquisa são ótimos: nada de paella, gazpacho ou mariscos, nada de cozinha tradicional… Ferran Andrià optaria por sabores japoneses para degustar com sua esposa e um amigo da família com o som de música fusion; Alain Ducasse, já, preferiria um ‘cardápio marciano’ (pena que não nos esxplicou). A única preferencia de Mario Batali seria uma bela taça de Fiano d’Avellino, enquanto que o mito Nobu se acabaria comendo sushi em um dos seus restaurantes.
O jornal italiano La Stampa fez esta mesma pergunta a dois personagens do mundo do espetáculo italiano que respodenram assim: Victoria Cabello ficaria satisfeita com um bife coberto com rúcola e pachino regada por um Barbaresco na trattoria embaixo da sua casa em Milão. A companhia? Uma velha amiga, mas a música é muito importante: o trecho sonoro idealizado por Peter Greenway no Salão do Móvel da capital lomabarda. Já o cômico Gene Gnocchi, que para fazer juz ao seu spbrenome, escolheria pratos de sua terra e da sua infância: antepasto de culatello, Capeletes as ervas feitas por sua mãe e peixe frito. Para finalizar a torta da velha Merina, de receita desconhecida mas a base de chocolate e chantili. O local? A tratoria da família junto com parentes e o poeta Luciano Erba; a música uma faixa dos norte-americanos Head Automatica.
Bom, nós não somos famosos, mas gostariamos de escolher os nossos pratos preferidos: gnocchi ao pesto, bife ao forno con presunto e salvia feitas pela mãe, batatas ao forno e uma enorme, e super calórica fatia de tortas Sacher com chantili. E vocês? Que tal nos escreverem o último jantar de vocês?
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