
Alfonso Berardinelli é um importante crítico literário italiano, muito acostumado com a polêmica provocatória. Para se ter um exemplo pediu demissão em 1995 da Universidade de Veneza, onde lecionava Literatura italiana moderna e contemporânea, em polêmica com os outros intelectuais que “aspiram a segurança”. Entre as suas obras mais famosas, L’eroe che pensa O Herói que pensa, La forma del saggioA forma do sábio, e o mais recente Che noia la poesia Que tédio a poesia.
Recentemente na imprensa italiana, particularmente no jornal de centro-direita Il Foglio, no âmbito de uma polêmica contra Nanni Moretti, Eugenio Scalfari, a revista La Repubblica, Berardinelli escreveu com muita clareza que “se fosse pelas minhas opiniões críticas, os romances de Umberto Eco e o livro de filosofia de Severino poderiam afundar na lixeira”.
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Como será Milano na Expo 2015? Todos os milaneses se estão fazendo essa pergunta. Assim como se perguntam porque Renzo Piano vai construir no Japão enquanto os japoneses vem construir na Itália. Com toda a boa vontade de Gae Aulenti e Vittorio Gregotti, dessa vez o arquiteto se chama Daniel Libeskind e é uma americano nascido na Polonia.
A sua torre curva causou grande furor e muita gente não gostou, pricipalmente o premier Berlusconi. Ultimamente ouvimos a noticia que o arranha-céu será endireitado um pouco.
Até Umberto Eco, emérito professor e erudito, autor do bestseller de ambientaçao medieval, O nome da rosa, que com uma sutil ironia declarou no Corriere:
Milão é cheia de gente com o membro torto, assim teremos um a mais e agora tomará viagra.
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